Fiz este gráfico a uns tempos atrás, e por incrível que pareca logo depois reli o “Nuromancer de Wiliam Gibson” e uma das pesonagens “Molly” acaba ganhando este apelido“Lâmina que anda” ou “Navalha Ambulante“,dos Habitantes da Estação espacial Zion por causa dos seus implantes cibernéticos. o livro é bem bacana,fica melhor ainda curtindo DUB oh yeah!!! se você gosta de Matrix, tá esperando o que para saber de onde saiu??? por isto estou colocando meu vetor do Peter Tosh aqui bem no finalzinho da página para que você que não conhece saiba quem foi esta fera, e também caso não conheça aproveite e leia Neuromancer que apesar de ser um livro antigo, praticamente é a base da Trilogia MATRIX, curto muito,Tosh,Dub e Ficção tudo a ver
“Winston Hubert McIntosh nasceu em 9 de outubro de 1944, em Westmoreland, Jamaica. Ainda na adolescência, o interesse pela música o levou a Joe Higgs, que o ensinou a tocar guitarra, e o apresentou a Bob Marley e Bunny Livingston. Em 1962, os três formaram a banda The Wailing Wailers, que alcançou grande sucesso com o ska “Simmer Down”, gravado no lendário Studio One.
Em 1967, Tosh, Marley e Bunny envolvem-se profundamente com o movimento rastafari jamaicano. No mesmo ano eles formam a banda The Wailers (o verbo to wail significa lamentar - the wailers seria algo como “os lamentadores”). Entre 69 e 71, acompanhados pelo produtor Lee Perry e pela banda The Upsetters, o trio gravou diversos clássicos do reggae. Embora Marley tenha feito o vocal principal na maioria das vezes, Tosh cantou músicas como “400 years”, “Stop that Train”, “Go tell it on the Mountain” e “Maga Dog”. Em 72, os wailers assinam contrato com a Island Records, e passam a ser produzidos por Chris Blackwell.
No mesmo ano lançam o disco “Catch a Fire”, que faz grande sucesso no mundo inteiro, com músicas como “Stir it Up” e “Slave Driver”. No ano de 73, a banda lança o disco “Burning”, em que Tosh faz o vocal principal na segunda parte de “Get Up Stand Up” e em “One Foundation”. A banda realiza ainda gravações ao vivo numa rádio, que resultariam no disco “Talking Blues” - o último com os três wailers originais. No mesmo ano, Tosh e sua namorada sofrem um acidente de carro, em que o cantor fraturou o crânio, e a garota morreu.
Dono de uma personalidade forte, que lhe valeria o apelido de “Stepping Razor” (algo como “navalha ambulante”), Tosh era uma pessoa de difícil convivência. Suas palavras são sempre agudas. Numa entrevista de 79, Tosh afirma: “eu sei o que é certo, e tudo o que eu faço deve ser Biblicamente correto. Então eu não quero que ninguém venha me dizer o que fazer.” Insatisfeito com o fato de Marley cantar a maioria das músicas, o cantor decide-se a gravar um disco solo. Em 74, após Chris Blackwell ter se recusado a produzir esse disco, Tosh anuncia sua saída dos wailers. Durante dois anos, Tosh fica sem gravadora, por ser considerado “perigoso demais”. As gravadoras tinham medo do que ele poderia dizer em suas letras. Em 76, após assinar contrato com a Atlantic, lança o primeiro disco da nova fase, “Legalize it”, ainda acompanhado pelos Wailers na maioria das faixas.
O segundo foi “Equal Rights”, em 77, já acompanhado pela banda Word, Sound and Power, que contava com a dupla Sly Dunbar e Robbie Shakespeare na base bateria-baixo, Mikey Chung e Darryl Thompson nas guitarras, e “Fat Keith” Sterling nos teclados. Pedradas como a faixa título, “Stepping Razor” e “African”, fizeram de “Equal Rights” um enorme sucesso.
Enquanto Marley era aclamado mundialmente por músicas de amor e paz, como “One Love” e “Three little birds”, Tosh subia ao palco para dizer que “nós não precisamos de paz, precisamos de direitos iguais e justiça”. Em 78 Tosh assina com a Rolling Stones Records. Os discos seguintes, “Bush Doctor” e “Mistic Man” são marcados pela lendária parceria entre o jamaicano e Mick Jagger na regravação do clássico dos Temptations, “Don´t Look Back”, e pela participação de Keith Richards nas guitarras em várias faixas. Em abril de 78, Tosh participa do One Love Peace Concert. Durante o show, o cantor realiza um discurso de meia hora sobre a importância da legalização da maconha, sem poupar críticas ao primeiro ministro Michael Manley e ao líder da oposição, Edward Seaga, pela postura de ambos em relação à questão. Se Tosh já era considerado subversivo e perigoso, desde esse dia ele se tornou o alvo preferido da violência dos policiais. No mês de setembro ele foi parado numa blitz, e severamente espancado.
A resposta viria em 81, com o lançamento do disco “Wanted Dread and Alive”, em que o cantor afirma que “está sendo perseguido Dread e vivo pelas forças do mal”. Com o fim do contrato com a Rolling Stones, Tosh assina contrato com a EMI.
Em 83, lança o disco “Mama Africa”, que traz a regravação de “Jonny B Good”, de Chuck Berry. A música faz tanto sucesso que Peter é convidado a participar de programas de televisão infantis divulgando o novo trabalho. Em 84, o show realizado no Greek Theater de Los Angeles é gravado e lançado em disco, com o título de “Captured Live”. Em 85, Peter Tosh e Bunny Wailer se unem para gravar overdubs (instrumentais extras) sobre versões originais de músicas gravadas pelos Wailers no final dos anos 60. Devido a problemas em relação aos direitos autorais dessas músicas, o trabalho teve de ser adiado, e Tosh fica mais dois anos sem gravar nada.
Em 87, Tosh lança seu último disco, “No Nuclear War”, com pedradas como “Testify” e “In My Song”. Em dificuldades financeiras, o cantor planeja uma tour mundial para arrecadar fundos. Porém, na noite de 11 de setembro do mesmo ano, todos os planos de Peter Tosh foram violentamente cancelados.
Tosh estava em casa com sua mulher, Marlene Brown, o baterista Carlton “Santa” Davis, Wilton “Doc” Brown e Michael Robinson. Os cinco esperavam por mais dois convidados, Jeff e Joy Dixon, quando alguém tocou a campainha. Robinson foi abrir a porta, e encontrou um antigo amigo de Tosh, Dennis “Leppo” Lobban, acompanhado de duas pessoas que nunca foram identificadas. Fortemente armados, Lobban e seus parceiros entraram na casa exigindo que todos deitassem no chão, e perguntaram onde estava o dinheiro. Os irmãos Dixon chegaram durante o assalto, e foram igualmente rendidos. Os três assaltantes ficaram furiosos ao saber que não havia dinheiro na casa, e começaram a disparar suas armas. Doc Brown morreu na hora. Jeff Dixon ficou gravemente ferido, e morreu no hospital. Joy Dixon sofreu um tiro na boca, mas sobreviveu. Tosh foi declarado morto quando chegou ao hospital universitário de Kingston, aos 43 anos de idade. Sua música, porém, continua viva, ganhando mais admiradores a cada dia.”
Fonte:
http://www.casadoreggae.hpg.ig.com.br/

Você pode encontrar outros vetores feitos no Inkscape em minha Galeria no Deviantart, quando tenho tempo de sobra coloco algo por lá
Fui!!!
Fogo na Babilônia.
Adoro reggae bem as musicas e o jeito de Peter.
Valeu Tosh pela sua musica, nós te amamos.
Comentário por Marcus — Quinta-feira, Setembro 7, 2006 @ 20:31 pm
Peter Tosh é e será sempre reconhecido como a voz dos fracos e oprimidos que procuravam apenas a liberdade e igualdade de todos os povos “we don’t want no peace, we need equal rigts and justice” JAH RASTAFARI
Comentário por Elias — Sábado, Setembro 23, 2006 @ 9:53 am
Peter Tosh é e será sempre reconhecido (apesar de ter pago com a vida) como a voz dos fracos e oprimidos que procuravam apenas a liberdade e igualdade de todos os povos “we don’t want no peace, we need equal rigts and justice” JAH RASTAFARI
Comentário por Elias — Sábado, Setembro 23, 2006 @ 9:57 am
tosh era bom no q fazia..
legalize it, burn down babylon.
Comentário por rastaman — Quarta-feira, Novembro 22, 2006 @ 15:26 pm
Peter era um gênio, um visonário para a grande música jamaicana.
Pra mim só a legalize it e a Bush Doctor, já demonstra quem ele realmente foi!!!
Comentário por Vinicius Veleda — Terça-feira, Fevereiro 20, 2007 @ 23:53 pm
Sem Palavras. Peter Tosh era forte. Mais pessoas precisam conhecer a obra deste reggae man. Uma das músicas que eu mais gosto é Mystic Man.
Comentário por Rogério — Quarta-feira, Julho 25, 2007 @ 7:47 am
Peter Tosh foi para mim o melhor artista reggae de sempre.
Bob Marley conseguiu chegar mais longe graças à sua voz e melodias.
Mas Peter Tosh era um incendiário, revolucionário e frontal.
Tenho pena de não ter o vídeo da sua actuação em One Love Peace Concert, mas resta-me o audio: simplesmente fenomenal.
As músicas que mais significam para mim são: Stand Firm, Pick Myself Up, Equal Rights, Buck-In-Ham Pallace, Here Comes The Judge, Get Up Stand Up, Rastafari Is.
Comentário por Carlos — Quinta-feira, Abril 10, 2008 @ 6:15 am